Destaques da Política Brasileira em 2025
O ano de 2025 foi repleto de acontecimentos que colocaram o Brasil sob os holofotes do cenário político internacional, tanto pelos altos e baixos que seus líderes enfrentaram quanto pelas peculiaridades que surgiram nas interações públicas. A coluna GENTE trouxe um resumo das declarações e eventos que marcaram cada mês do ano, revelando o que houve de mais relevante na política nacional.
No mês de março, Washington Quaquá, atual prefeito de Maricá e vice-presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), foi um dos personagens centrais ao participar da Série Ouro do Carnaval no Rio. Ele divertiu os presentes ao comentar sobre a competição, afirmando: “Perder é roubo”. A Acadêmicos de Niterói saiu vitoriosa e garantiu sua participação no Grupo Especial do próximo Carnaval, prestando uma homenagem ao ex-presidente Lula.
Chegando ao mês de junho, o ator e ativista José de Abreu fez uma aparição no programa da coluna GENTE, disponível no canal da VEJA no YouTube e em outras plataformas de streaming. Ele fez previsões sobre a eleição presidencial de 2026, na qual Lula deverá buscar a reeleição. “Vamos lutar, a gente tem obrigação de ganhar essa eleição e ficar mais quatro anos vivendo em paz”, disse Abreu. A mesma época foi marcada por uma sessão de julgamento sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado, onde Bolsonaro fez uma provocação ao ministro Alexandre de Moraes, sugerindo que ele poderia ser seu vice nas próximas eleições.
Novas Lideranças e Questões Emergentes
Em julho, a nova presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Bianca Borges, assumiu seu cargo com expressivos 82% dos votos e conversou com a coluna GENTE sobre suas principais pautas, que incluem a defesa da soberania nacional, o fortalecimento da educação e a luta pelos direitos trabalhistas. Já no mês seguinte, Marina Silva foi calorosamente recebida na Flip, a Festa Literária Internacional de Paraty, refletindo a importância da literatura e da cultura no contexto político contemporâneo.
Setembro trouxe consigo um sentimento de celebração para muitos, com a condenação de Bolsonaro por parte do STF. Celebridades como José de Abreu e Alice Wegmann não hesitaram em expressar sua satisfação nas redes sociais. Em outubro, o clima descontraído reinou durante uma reunião entre Lula e Donald Trump, onde o presidente brasileiro brincou sobre as condições de voo e aproveitou para fazer piadas sobre seus respectivos jatos. Durante o mesmo mês, o deputado Nikolas Ferreira (PL-RJ) utilizou suas redes sociais para criticar o governo a partir de uma controvérsia gerada sobre o “Ministério do Namoro”.
Políticas de Segurança e Momentos Inusitados
O debate sobre segurança pública ganhou força em outubro com uma megaoperação no Rio de Janeiro que resultou em 121 mortes, provocando reações variadas entre políticos e artistas. Enquanto alguns lamentaram as perdas, outros defenderam a ação das forças de segurança. O governador Claudio Castro (PL-RJ) também foi criticado por sua postura em relação aos eventos.
Novembro não foi apenas marcado por protestos na COP30, mas também por momentos de descontração. Um episódio curioso ocorreu quando Lula e o presidente de Moçambique, Daniel Chapo, protagonizaram um divertido encontro diante das câmeras. Com uma diferença de altura visível, Lula, com seus 1,68 metro, quase precisou saltar para alcançar o rosto de Chapo, que mediu 2,04 metros, arrancando risadas do público presente. Outro momento inusitado se deu quando Donald Trump e o atleta Cristiano Ronaldo foram fotografados juntos, gerando uma avalanche de curtidas nas redes sociais.
Expectativas para o Futuro e Reflexões Finais
O fechamento do ano trouxe à tona a figura de Flávio Bolsonaro (PL), que foi apontado como potencial candidato apoiado pelo ex-presidente, agora preso, para desafiar a reeleição de Lula em 2026. Curiosamente, um comercial de chinelos Havaianas se destacou nas redes sociais quando Fernanda Torres sugeriu que entrássemos no novo ano com “os dois pés” — uma metáfora que gerou debates e protestos contra a atriz e a marca. Ao final do ano, as reflexões sobre o que 2026 pode trazer para o Brasil tornam-se urgentes e necessárias.

