Programação Cultural do Museu de Arte do Rio
Localizado na Praça Mauá, no coração da zona portuária carioca, o Museu de Arte do Rio (MAR) se firmou como um dos principais espaços culturais do Brasil desde sua inauguração em 2013. Com mais de 5 milhões de visitantes atraídos até agora, o museu reitera seu compromisso com a acessibilidade, oferecendo entrada gratuita aos sábados até o final de março.
Este mês marca um período especial para o MAR, que prepara a inauguração de três novas exposições. O destaque vai para a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo, que começou no dia 7 de março, com o apoio da Vale. A mostra reúne obras de 19 artistas, tanto brasileiros quanto internacionais, e aborda temas relevantes como encontro, respeito e diversidade, fundamentais para refletir sobre a condição humana.
No dia 14, será realizada a primeira exposição individual institucional da artista Guilhermina Augusti, e no dia 28, o museu receberá uma mostra dedicada ao artista Nô Martins.
Marcelo Campos, curador-chefe do MAR, enfatiza a importância do museu em oferecer espaço para novos talentos. “É um museu que cria sua própria programação. Nós incentivamos a criação entre jovens artistas e frequentemente realizamos as primeiras grandes exposições de artistas que nunca tiveram a chance de mostrar seus trabalhos em um espaço institucional”, comenta Campos.
A relação do MAR com a região da Pequena África, uma área histórica da zona portuária do Rio, também é um ponto de destaque. O curador afirma: “Conseguimos estabelecer uma presença marcante na Pequena África, abordando a história e a cultura desse território em nossas exposições”.
Nos últimos 13 anos, o Museu de Arte do Rio já promoveu 107 inaugurações de exposições, além de 33 mostras em diferentes espaços dentro de suas instalações. O museu abriga um acervo de mais de 22 mil obras e oferece atividades educativas destinadas a escolas, professores e comunidades.
Para o diretor-executivo do MAR, Marcelo Velloso, a instituição desempenha um papel vital na revitalização da cena cultural carioca. Ele observa que “o MAR ajudou a reposicionar o Rio de Janeiro no cenário cultural, criando uma plataforma para a arte e a cultura fluminenses”.

