Renúncia de Miran: O que Isso Significa para o Cenário Econômico?
Stephen Miran, diretor do Federal Reserve (Fed), renunciou ao cargo de presidente do Conselho de Assessores Econômicos (CEA) da Casa Branca nesta terça-feira, 3. A informação foi confirmada pela Reuters, que citou um porta-voz do governo. A agência também obteve uma cópia da carta de renúncia de Miran.
Nomeado por Donald Trump para o CEA, Miran estava em licença não remunerada desde que assumiu a posição no ano passado, a fim de ocupar uma vaga na diretoria do Fed. Ele substituiu Adriana Kugler, que deixou o cargo repentinamente. A nomeação de Miran para o banco central dos Estados Unidos ocorreu em um momento em que sua experiência em políticas econômicas é cada vez mais necessária.
No documento de renúncia, Miran afirmou: “Prometi ao Senado que, caso permanecesse no Conselho após janeiro, deixaria formalmente o Conselho de Assessores Econômicos.” Segundo ele, o compromisso reforça a importância de manter a integridade nas relações com o Senado. “Acredito que seja importante cumprir minha palavra enquanto continuo a exercer a função no Federal Reserve para a qual fui nomeado por você e pelo Senado”, completou.
Embora o mandato que ocupava no CEA tenha terminado em janeiro, Miran poderá continuar sua atuação no Federal Reserve até que um novo membro seja indicado e aprovado pelo Senado. Essa situação gera expectativas sobre as próximas movimentações na política monetária dos Estados Unidos, especialmente em um período de incertezas econômicas.
Especialistas do setor acreditam que a saída de Miran do CEA poderá influenciar as diretrizes econômicas da Casa Branca, especialmente devido ao seu papel ativo na formulação de políticas durante sua gestão. A urgência da sua posição no Fed, por outro lado, pode trazer uma nova perspectiva para a condução da política monetária americana, em um momento em que os mercados estão atentos a qualquer mudança que impacte a economia.
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