Imersão Cultural e Celebrativa
De 30 de janeiro a 1 de fevereiro, artistas e grupos que participaram do projeto Som do RS se reúnem em São Paulo para um encerramento especial na Nave Coletiva, sede da Mídia Ninja. Durante esses dias, os participantes terão a oportunidade de compartilhar experiências, celebrar conquistas e se capacitar ainda mais. A programação inclui showcases, workshops, oficinas e laboratórios de criação, além de uma rica experiência gastronômica e trocas de ideias entre artistas, produtores e agentes culturais de todo o Brasil. O público está convidado a prestigiar os shows nos dias 31 de janeiro e 1 de fevereiro, com o dia 30 dedicado a oficinas formativas.
Sobre o Projeto Som do RS
O Som do RS é uma iniciativa que visa valorizar a música e as bandas do sul do Brasil. O projeto começou com um mapeamento e cadastramento de grupos nas nove regiões do estado, oferecendo mentorias feitas por especialistas da música popular brasileira. Artistas renomados como Pena Schmidt, Dani Ribas e Fernanda Couto contribuíram com seus conhecimentos em transmissões ao vivo. O programa proporcionou, ao longo de 2025, um rico intercâmbio de ideias e experiências em encontros virtuais, abordando desde a produção de eventos até o uso de plataformas digitais e dicas sobre posicionamento no mercado.
Apresentações e Oficinas
Os grupos e artistas selecionados também tiveram a chance de se apresentar em cidades como Pelotas, Santa Maria e Porto Alegre, colocando em prática as lições aprendidas nas mentorias. Entre os participantes estão bandas como Gabi Lamas, Batuca na Bituca, Zilladxg e muitos outros que compõem a diversidade musical gaúcha. Na imersão em São Paulo, os artistas participarão de workshops com Fabiana Lian da Onestage Lab e oficinas ministradas por Pablo Capilé, do Mídia Ninja, e a banda Flor Et, enfatizando a formação e o aprendizado prático. As apresentações ocorrerão nos dias 31 de janeiro e 1 de fevereiro, começando às 16h.
Investimento e Importância da Aldir Blanc
O projeto foi viabilizado através da Política Nacional Aldir Blanc, recebendo um investimento de R$ 300 mil, que cobriu todas as etapas do Som do RS, incluindo cachês, formação e ações de acessibilidade. Mariana Martinez, coordenadora do escritório estadual do Ministério da Cultura, destaca a relevância dessa política para fortalecer o ecossistema musical do Rio Grande do Sul e conectá-lo ao resto do Brasil e à América Latina. “Projetos como o Som do RS são fundamentais para capacitar artistas e fortalecer festivais, garantindo a circulação das bandas gaúchas”, afirma.
Impacto e Futuro da Música Gaúcha
Paulo Zé Barcellos, coordenador do Som do RS e produtor cultural, ressalta que o apoio financeiro foi crucial para a realização do projeto, possibilitando a realização de oficinas, imersões e ações acessíveis. Com a participação de mais de 400 bandas inscritas e mais de 300 artistas nas formações, o Som do RS se consolidou como um importante impulsionador da cena musical independente do estado, especialmente em um momento desafiador como o que vivemos. “Se não fosse por esse projeto, nada disso existiria”, afirma Barcellos, destacando a animação e o renascimento da música gaúcha após eventos adversos.
Serviço do Som do RS
Local: Nave Coletiva – Mídia Ninja
Datas: 31 de janeiro e 1º de fevereiro, a partir das 16h
Bandas em Destaque: Supervão, Miri Brock, Freak Brotherz, Leu Kalunga, ZillaDXG, A Virgo, Sotaques de Fronteira, Gabi Lamas, Código Penal, Rap Pampa Crew, Chá de Broders, Batuca na Bituca, Jalile e Camila Balbueno.
Para mais informações, acompanhe o projeto nas redes sociais: Instagram do Som do RS.

