Investigação Sobre a Morte de Criança Após Atendimento Hospitalar na Zona Oeste do Rio
A Polícia Civil do Rio de Janeiro e a Secretaria Municipal de Saúde estão em processo de investigação acerca da morte de uma criança que ocorreu após atendimento em um hospital da Zona Oeste. O relato da família levanta preocupações sobre a condução do atendimento médico. A mãe da criança descreveu sua experiência, afirmando que, durante a consulta, o médico não fez a ausculta do coração da filha, apenas prescreveu um medicamento e iniciou a aplicação de soro. Segundo ela, a equipe médica aparentemente não acompanhou a reação da criança ao remédio, apesar de sua preocupação com a possibilidade de alergias. “Quando cheguei em casa, minha filha estava muito fraca e eu precisei retornar ao hospital. Infelizmente, ela sofreu três paradas cardíacas”, contou a mãe, evidenciando a urgência e gravidade da situação.
Em resposta ao ocorrido, o secretário de Saúde, Daniel Soranz, afirmou que a pasta está monitorando a situação de maneira rigorosa. Ele destacou que uma comissão de análise de óbitos está avaliando todos os detalhes do atendimento e aguarda o laudo do Instituto Médico Legal (IML) para entender melhor as circunstâncias que levaram à morte da criança. “Estamos empenhados em esclarecer todos os pontos e garantir que a situação seja devidamente apurada”, disse Soranz.
Além disso, a Polícia Civil já está realizando a apuração do caso, com a solicitação de documentos ao hospital onde a criança foi atendida. Informações de testemunhas estão sendo coletadas e outras diligências foram iniciadas para entender as falhas que poderão ter ocorrido no atendimento. Este caso levanta questões importantes sobre a qualidade do atendimento em instituições de saúde e a necessidade de protocolos mais rigorosos para garantir a segurança dos pacientes.
A sociedade aguarda respostas e a família da criança pede justiça, enfatizando a importância de que casos como este não se repitam. O acompanhamento dessa investigação será fundamental para que medidas possam ser tomadas visando a melhoria no atendimento hospitalar e a proteção dos pacientes.

