Centro de Treinamento Geração Ceasa resgata espaço e promove inclusão
RIO DE JANEIRO (RJ) — O Projeto Geração Ceasa é um exemplo claro de como a educação e o esporte podem ser instrumentos poderosos para a transformação social. A Ceasa-RJ, responsável pelas Centrais de Abastecimento do Estado do Rio de Janeiro, reformou uma área antes usada como ponto de descarte irregular de lixo na unidade de Irajá, na Zona Norte da cidade. O local foi convertido em um centro de treinamento voltado para o desenvolvimento esportivo, cidadania e inclusão social.
Localizado no Pavilhão 61 do complexo, o Centro de Treinamento (CT Geração Ceasa) oferece aulas gratuitas de artes marciais como judô, muay thai, jiu-jítsu e capoeira para crianças e jovens de cerca de 25 comunidades vizinhas. Essa região abriga mais de 450 mil pessoas e enfrenta desafios sociais significativos. Além do atendimento a essa parcela da população, o projeto promove ginástica laboral funcional para os funcionários da Ceasa-RJ, contribuindo para a saúde e o bem-estar dos trabalhadores.
Parceria entre entidades fortalece projeto e amplia impacto
A iniciativa é fruto de uma parceria entre a Ceasa-RJ, a Legião da Boa Vontade (LBV), o evento de MMA Jungle Fight e professores regionais de artes marciais. Wallid Ismail, presidente do Jungle Fight, é padrinho oficial do projeto, que também integra um plano maior de revitalização do entreposto. A ideia inclui reativar cozinhas industriais para viabilizar cursos técnicos profissionalizantes, com foco na redução do trabalho infantil e na geração de renda para as comunidades próximas.
Inscrições presenciais e documentação necessária
As inscrições para as turmas são feitas presencialmente no próprio CT Geração Ceasa, localizado no Pavilhão 61 do entreposto comercial de Irajá. Para o cadastro, é preciso apresentar os seguintes documentos: Documento de Identidade (RG) ou Certidão de Nascimento do aluno; RG e CPF do responsável legal, quando o aluno for menor de 18 anos; comprovante de residência atualizado preferencialmente das comunidades atendidas; declaração escolar que comprove matrícula e frequência regular; e atestado médico de aptidão física para a prática das artes marciais.
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